Os projetos da Motori Brasil, clube de automobilismo criado para contribuir de forma estruturada para o desenvolvimento do kartismo no Brasil, seguem em frente neste início de mais uma temporada.
Recentemente o clube anunciou a criação e a inauguração do Espaço Motori Brasil na 2ª etapa da Copa São Paulo Light nesta semana em Interlagos e uma auspiciosa parceria com a Full Time Sports, uma das equipes mais vitoriosas da história da Stock Car, a principal categoria do automobilismo brasileiro.
“Agora é o momento de consolidarmos oficialmente nosso ‘Road Map’ e nosso Programa de Desenvolvimento de Pilotos”, explica Geraldo Ferreira, Diretor-Administrativo e cofundador da Motori Brasil. “A proposta não é apenas apoiar pilotos, mas estruturar um modelo completo de formação, organizado em três eixos claros”, continua.
No primeiro eixo está a formação esportiva, que contempla uma estrutura progressiva do kart ao automobilismo, participação organizada nas principais competições nacionais e planejamento técnico anual com metas e métricas de performance.
No segundo eixo, o “Projeto Oficina” oferecerá formação técnica, com capacitação de mecânicos e profissionais do paddock, integração com equipes e fornecedores e geração de mão de obra qualificada para o setor.
Por fim, o eixo “Governança e Educação” terá acompanhamento escolar e universitário dos pilotos, estrutura institucional como Organização da Sociedade Civil (OSC) e planejamento de médio e longo prazo com metas públicas.
O “Road Map”, por sua vez, prevê a consolidação da base no kartismo nacional, a integração formal com categorias de turismo e NASCAR Brasil através da equipe Full Time Sports, estruturação de testes seletivos e programa de transição e ampliação do projeto técnico e formativo por meio de leis de incentivo.
“O diferencial do Driver Development Pathway, o nosso Programa de Desenvolvimento de Pilotos, é organizar aquilo que no Brasil tradicionalmente acontece de forma fragmentada: a transição do kart para o automobilismo. Nosso foco é fazer isso com método, acompanhamento e governança”, aponta Geraldo Ferreira.

